Eu não paro de pensar como as crises acabam ensinando a gente a fazer as coisas de uma outra forma. Elas fazem a gente perceber que podemos rever os recursos, mudar o jeito de alcançar um resultado e até encontrar uma solução diferente.
Hoje nós vivemos no meio do mundo VUCA em que as coisas são: Voláteis; Incertas; Complexas e Ambíguas (na tradução!).
Esse termo surgiu no exército americano para contribuir com as estratégias no ambiente de guerra agressivo em que eles se encontravam na década de 90 e, mesmo assim, ele é muito atual para falarmos sobre o contexto que a gente vive.
Esse contexto envolve a dinâmica da indústria, internet das coisas, automação industrial, a robotização e a própria inteligência artificial, entre tantas coisas.
É interessante ver como no meio dessa crise do coronavírus todos estamos em casa e nunca estivemos tão conectados com os outros. O que eu acho interessante também é que a forma de trabalhar mudou muito.
Claro que existem profissões que são mais afetadas que outras, mas de uma forma geral, um momento como esse faz a gente mudar a forma de entregar o nosso trabalho.
As mudanças vão continuar acontecendo, em um ritmo muito acelerado
“Existe uma pesquisa que indica que 65% dos alunos que hoje estão no ensino fundamental vão trabalhar em profissões que ainda não existem.”
Então, é muito difícil a gente se preparar para o futuro, mas é possível. A primeira coisa que nós temos que ter em mente é que a inteligência artificial é nossa aliada e não nossa inimiga.
Recentemente, eu ouvi um conceito que dita a seguinte tendência: os nossos cérebros fazem pela revolução 4.0 o que os nossos braços fizeram pela revolução industrial.
Ou seja, a inteligência artificial é uma ferramenta e nós temos que desenvolver competências que a tecnologia não pode desenvolver por nós. E quais seriam? As habilidades comportamentais.
Diante disso, eu tirei do livro “Audaz”, do Maurício Benvenutti, 5 habilidade que devemos desenvolver para continuarmos competitivos nas nossas profissões e preparados para o futuro:
1 – Tenha um propósito
Um profissional bem sucedido vai buscar aquela organização que está alinhada com o seu propósito e uma empresa inteligente mobiliza as pessoas ao invés de gerenciá-las. Quem tem um propósito de vida e de carreira é a pessoa que essas empresas vão buscar.
2 – Olhe a próxima curva
Hoje, as respostas são rápidas e se você, enquanto profissional ou empreendedor, tiver uma visão sistêmica da sua área, conseguir enxergar além, entender as tendências e tiver a capacidade de aprender a fazer as coisas de uma nova forma, você vai ser diferenciado.
3 – Questione
Estou falando da sua capacidade de questionar se existe uma outra forma de fazer aquela atividade, tarefa ou responsabilidade. De novo, é aprender e reaprender, adotar o que dá certo e abandonar o que não dá mais certo, é ter a flexibilidade para aceitar o novo.
4 – Faça com as pessoas e não para elas
A colaboração é muito forte nesse momento em que a gente precisa ser competitivo. Nós temos que ter a humildade de entender que, às vezes, quando encontramos soluções em conjunto, os resultados são bem mais expressivos e interessantes de quando trabalhamos sozinhos.
5 – Seja diverso
A diversidade é um conceito que veio para ficar e quando a gente entende que somos diferentes e valorizamos pensamentos diversos, a nossa visão de mundo se expande. Isso contribui muito com o nosso crescimento profissional e empreendedor.
Eu espero que essas dicas te ajudem a desenvolver sua carreira e a refletir sobre esse momento que a gente está vivendo de forma positiva, altruísta e com o olhar lá na frente, quando tudo isso acabar. Assim a gente consegue reconstruir a nossa vida lá fora.
Se você quiser saber como posso ajudar no desenvolvimento de carreira, meus contatos são: contato@luanalourencon.com.br e (32) 98828-3355.